Avesta – Coleção de 21 livros santos contendo a doutrina,
moral e a liturgia. Só fragmentos chegaram até nós. Parte do Avesta é de
autoria de Zoroastro ou como também era conhecido por Zaratustra nome dado ao fundador da mais conhecida religião da
Pérsia (660-583). Supõe-se que existiu no século VI antes de Cristo. A religião
parte do dualismo – os dois
princípios do bem e do mal – conceito básico: Exigia de todos os discípulos: A
moral elevada e rigorosa acima de tudo, mas por vezes chega a beira do
ridículo. A caridade para com os pobres, a hospitalidade dispensada aos
estrangeiros são recomendações interessantes e mal interpretada. O Trabalho é a
principal virtude social. É pecado cortar uma árvore. Alguns animais têm
especial tratamento. Por exemplo; Privar o cão de alimento e mau trato é falta
igual a matar um mago.
A religião seguia paralelo com normas
do absurdo ou seja com a divisão do fundamental dualismo. O mal e o seu poder é
tanto válido como o bem da caridade. A perfeição exigia em ambas as partes com
exagero escândalo. Ao passar dos anos os homens de bem cujos magos eram os
ditadores das leis foram modificando e separando o que eles achavam nocivo a
sociedade. Não floresceu com dualidade com os magos mais novos, escolhidos a
partir dos 50 anos de idade. Era formado um
colegiado, substituindo os velhos e determinado novos conceitos. Até
chegar aos vestígios do fundamento das religiões católica, maometana e outras.
Peneiraram as palavras, modificaram na prática para permanecer até hoje.
A história nos diz que naquela época
os magos das letras e do saber eram pouquíssimos em diferentes regiões. A
escrita não era formalizada e os códigos feitos em pergaminho, madeira, couro,
pedras e algumas vezes em metal. Exigira percursos longos para adquirir
material e custo muito alto para a elaboração com finalidade educativo
religiosa o que nem sempre era bem interpretado. Foram se aperfeiçoando em
várias mãos com muitas perdas nos saques e incêndios nas guerras que sucederam.
O papiro e a escrita já eram disseminados como suporte da escrita no Egito
antigo e chegaram até nossos dias.
Trabalho de pesquisa.
Álvaro B. Marques