sexta-feira, 12 de outubro de 2012

BREVIDADE SOBRE O OCULTISMO


O ocultismo está relacionado com o misticismo e o esoterismo e tem influências das religiões orientais (principalmente Yoga, hinduísmo, Budismo e Taoísmo). Origens, influências e tradições.
O ocultismo teria suas origens em tradições antigas, particularmente no hermetismo no antigo Egito, e envolve aspecto como: Magia, Alquimia e Cabala.
Alquimia= Praticada na Europa no período final da Idade Média era simultaneamente uma ciência, com suas precisas leis próprias, e uma arte secreta e mística gravitando em torno da transmutação de metais sem valor em prata e ouro, libertando-os de suas impurezas. Tinha possuído sempre um lado cientifico e um lado místico desde que surgiu e se desenvolveu inicialmente em Alexandria, nos primeiros quatros séculos da nossa era. Os primeiros astrólogos aduziram de Aristóteles a teoria segundo a qual a base de todas as substâncias era “prima matéria”. Os quatros elementos (fogo, ar, terra e água) derivam todos dela e em diferentes combinações poderiam ser criados a partir de outras substâncias. Dos astrólogos mesopotâmicos veio a idéia de que o tempo mais propício para tentar uma transmutação podia ser previsto por meios astrológicos. Considerava-se que cada metal estava ligado a um planeta, e símbolos  e códigos místicos foram criados para outras substâncias e para vários processos químicos. As três propriedades da alquimia: enxofre, mercúrio e sal.
A alquimia continuou florescendo no Império Bizantino e nos séculos VIII e IX, foi descoberta e adotada pelos invasores muçulmanos. Alquimistas árabes desses períodos em especial Jabir Ibn Hayyan(Geber) e seus seguidores, basearam-se em idéias helenísticas anteriores e produziram numerosos e influentes tratados. Extraíram da cultura chinesa o conceito de “medicina” um agente que podia transformar outros metais em ouro e que se ingerido podia conferir a imortalidade. Isso ficou conhecido como “pedra filosofal” e passou a ser a meta primordial dos alquimistas subseqüentes, no caminho da realização de seu propósito fundamental. Outros alquimistas árabes modificaram a teoria aristotélica dos elementos ao sugerir que todos os metais eram formados pela combinação de duas substâncias: enxofre, que representava as propriedades do fogo, e mercúrio que representava as qualidades da água. A mistura correta dos dois produziria ouro ou prata.
As idéias místicas substanciadas no “Corpus Hermeticus”, uma compilação efetuada entre os séculos I e II da nossa era e contendo as revelações ocultistas dos Deuses egípcios Thoth ou Hermes Trismegistos, também foram adotados símbolos místicos.
Havia o medo e a suspeição com que os alquimistas eram encarados, e descreve a penúria e o desespero obsessivo com a alquimia.
Alquimia= Química da Idade média; arte que procurava descobrir a panacéia universal, ou remédio contra todos os males físicos e morais, elixir da juventude, e a pedra filosofal que deveria transformar os metais em ouro.
Elixir= Preparado farmacêutico de xaropes com alcoolatos; bebida deliciosa; pedra filosofal, substância procurada pelos alquimistas da Idade média e que segundo a crença então, seria capaz de transformar os metais grosseiros em ouro e curar, fortalecer e rejuvenescer o corpo humano.
Uma idéia com sonho que nunca foi realizado, hoje nós sabemos que a Química desenvolveu novos projetos para o desenvolvimento e a saúde da humanidade e o elemento químico, metal, símbolo Au, nº atômico 79, de peso atômico 197,2,qualquer moeda ou artefato deste metal, é riqueza. Cor amarela brilhante, o que tem os quilates determinados por lei, ouro fino sem liga.
Magia, crença na existência de espíritos, benéficos e maléficos, e na possibilidade de dominá-los ou torná-los inofensivos por meio de práticas secretas, cabalísticas com relação aos resultados a que se quer chegar. Distinguem-se na magia, os métodos diretos e indiretos. Nos primeiros, também chamados “simpatia”, os efeitos surgem diretamente das práticas mágicas; nos segundos, os espíritos e gênios são solicitados a prestar tal ou qual serviço. Por “magia negra” entendem-se ás práticas tendentes a causar danos a terceiros: “magia branca” são as práticas defensivas ou destinadas a causar o bem. Entretanto, se tenha notícia da magia nos povos de civilização muito primitiva., o uso da palavra está ligado ao mazdeísmo que denomina magos os seus sacerdotes. A magia mistura-se demasiadamente com práticas religiosas, mas não há, nem nos elementos que constituem uma e outra, identidade entre magia e religião.
Cabala, Interpretação mística e misteriosa da Biblia; ciência oculta; maquinações secretas entre indivíduos que visam ao mesmo objetivo; conluio. Grande parte das formas de Cabala ensinam que cada letra, palavra, número,  e acento da Escritura contém um sentido escondido e ensina os métodos de interpretação para verificar esses significados ocultos. Cabala ou Kabblah é uma sabedoria que investiga a natureza divina. É uma palavra de origem hebraica que significa “recepção”.
Durante milhões de anos, os grandes sábios cabalistas têm os ensinado que cada ser humano nasce com potencial para ser grande. Pode ser um meio de crescer potencialmente.
Cabala, aquilo que é recebido. Aquilo que não pode ser conhecido apenas através da ciência ou da busca intelectual. Um conhecimento interior que tem sido passado de sábio para aluno desde o despertar dos tempos. Uma disciplina que desperta a consciência sobre a essência das coisas. A Árvore da vida.
Pesquisa de Álvaro B. Marques.

sexta-feira, 13 de julho de 2012

Grandes obras Épicas - Parte I



A epopéia:

Ramaíana e Mahabharata, na Índia, autor: Krishna Dypayana Vyasa, dois maiores épicos clássicos, não há data certa da sua publicação.
A Ilíada e a Odisséia, na Grecia, autor: Homero(Hómeros) século VII a.C.
A Eneida do autor: Virgílio (Pubilius Virgilius Maro em Roma – século 1 a.C.
A Jerusalém Libertada, na Itália, autor: Torquato Tasso, século XVI – 1580.
A Divina Comédia, em Tasso na Itália, autor: Dante Alighieri, iniciou a escrever por volta de 1307 até 1321.
O Paraiso Perdido do autor: João Milton(John) publicou em 1667 na Inglaterra.
A Messíada do autor: Friedrich Gottlieb Klopstock. Levou 20 anos para ser concluída a Obra de 1748 até a768 na Alemanha.
A Araucana do autor: Alonso de Ercilla y Zuniga. Levou de 1569, 1578 e 1589 para publicar na Espanha.
Os Lusíadas do autor: Luis Vaz de Camões, concluída em 1556 e publicou em 1572, Portugal.
O Caramurú do autor: Frei José de Santa Rita Durão, publicou em 1781. História épica indígena do Brasil Colonial.
O Uruguai do autor: José Basílio da Gama, escrito e publicado em 1769.
Obs: Entretanto, somente três são verdadeiramente históricas:
Ramaíana, Ilíada e a Divina Comédia.
Abaixo estão as Obra onde se encontra simbolizadas as idades religiosas na história.
O Ideal do Oriente = Ramaíana – Panteísmo.
A Ilíada, o clássico – Paganísmo.
A Divina Comédia – Cristianismo.
OUTRAS OBRAS DE GRANDES VALORES
Cyrano de Bergerac (peça teatral) escrito em 1897 por Edmond Rostand - baseado na vida de Hector Savinien Cyrano Bergerac. - romance francês.
Leon Nikolaievitch o grande mestre da literatura russa do século 19. Escreveu "Guerra e Paz" em 1865 e levou 7 anos para aprontar a obra. Considerado a maior obra literária do mundo juntamente com outra obra sua "Anna Karenina" escrito em 1869. Um de suas frases: " É lamentável os danos que uma sociedade materialista causa à pureza humana." 
Os representantes da filosofia no passado, cada um em seu período. (Crença e Fé) Bacon, Hobbes, Descartes, Spinosa, Fenelon e Bossuet
Poesia na sua mais alta expressão. Representantes: Shakespeare, Milton, Dante.
Genero Teatral, representante; Corneille, Racine, Moliére, Edmond Rostanden(Cyrano de Bergerac).
Representantes dos prosadores; Voltaire, Pascal, Rosseau, Diderot.
Outros nome: Göethe, Chatterton, Zorilla, Herculano, Hugo, Pöe, e o nosso Ruy Barbosa e Machado de Assis da literatura contemporâneo Brasileira.
"Na História da Literatura Baiana no século XVII tivemos as grandes famílias que nos deram os poetas Gregório(pai) Eusébio e Gonçalo de Mattos Guerra(filhos) e outra família Bernardo Vieira, Gonçalo Ravasco e o Padre Antonio Vieira. Já no século XIX, além de outros, foram de Castro Alves e a de Francisco Moniz Barreto. Outros de grande memória; Sebastião da Rocha Pitta, poeta e historiador - autor: História da América Portuguesa(n.03.05.1660 Bahia e m. 02.11.1738).
Fonte: “Programa de Vernáculo” – autor: Estevão Cruz.e Rev. Trimestral do Inst. Geo.e Hist. da Ba.nº13 pág.324 - ano 1837.
Pesq.Álvaro B. MARQUES.

quinta-feira, 22 de março de 2012

VOCÊ




 VOCÊ



Deixe-me olhar para os teus olhos.
Necessito ver-me diante deles.
Deixe-me segurar tuas mãos.
Para sentir que estás perto.
Deixe-me sorrir para o teu sorriso.
Para a tristeza se afastar.
Deixe-me abraçar o teu corpo, quero demais.
Deixe-me beijar os teus lábios, adoro-te um pouco mais.
Nesse momento, não fale nada...
A vida é de paz e amor corações em festa é flor.

Álvaro B. Marques
(escrito na década de 1970)

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

TOLERÂNCIA E RELIGIÃO

Os registros da história mostram inúmeros exemplos de fanatismo e intolerância. Já houve lutas de uma religião contra outra e se travaram diversas guerras em nome da religião. Muitas pessoas já foram perseguidas por causa de suas convicções, e isso continua acontecendo nos dias de hoje. É difícil acreditar que ainda hoje em pleno século XXI existe Religião que manda matar e propagar leis absurdas e desumanas em nome de Deus. Religião é compartilhar ideais nobres em causas humanas em que todos os crentes possam sentir a fé. Jamais retroceder no tempo e sempre buscando o aprimoramento na Paz, compreensão e o amor acima de tudo.
Com freqüência, a intolerância é resultado do conhecimento insuficiente de um assunto. Quem vê de fora uma religião, enxerga apenas suas manifestações, e não o que elas significam para o indivíduo que professa. Nas modernas ciências da religião predomina a idéia de que a religião é um elemento independente ligado ao elemento social e ao elemento psicológico, mas que tem sua própria estrutura. Os ramos mais importantes das ciências da religião são a sociologia da religião, a filosofia da religião e a fenomenologia religiosa. Religião significa a relação entre o homem e o poder sobre-humano no qual ele acredita ou do qual se sente dependente. Essa relação se expressa em emoções especiais (confiança, medo), conceito (crença) e ações (culto e ética) – C.P. Tiele (1830-1902). A tolerância requer aceitar o que lhe parece errada na condição de bom entendimento. Conhecer o que não se conhece é uma necessidade natural do ser humano que busca na religião um lenitivo para os seus problemas sofrimentos, esperanças e em alguns casos tudo relacionado ao dia a dia. (Álvaro) Tolerância também tem seus limites. “Numa pequena cidade do interior, um deficiente físico, sem pernas, perambulava pela cidade com auxilio das duas mãos e o apoio do tronco. Durante vários meses, no seu trajeto, era assaltado por um homem que levava todo o dinheiro que ele pedia as pessoas caridosas e maltratava o infeliz com palavras obscenas. Um dia ele perdeu a paciência e matou o importunador com um tiro direto no coração. Na justiça, o aleijado foi duramente atacado, e tido como assassino cruel. O advogado, ao iniciar a defesa, falou durante dez minutos elogiando a qualidade de cada membro do júri, até que o juiz interrompeu: Se o senhor não iniciar a defesa, não permitirei que prossiga. Sabiamente, o advogado respondeu:- Meritíssimo, se o senhor não agüentou dez minutos de elogios, imagine a situação do réu que suportou por vários meses ser roubado e insultado... Nestes casos, pode valer o provérbio: “Não seja intolerante a menos que você se confronte com a intolerância”. (Artigos Relacionados “O Limite e a Tolerância”R.Lacaz-Ruiz) A tolerância não é liberdade é diferencial no comportamento humano. “Compreender cada um como é, acaba sendo o melhor modo de interagir”. Mesmo assim, é difícil, nem todos pensam iguais. “Aprender a tolerar os outros é reconhecer que o mundo é vasto para permitir a coexistência de alternativas”. Voltaire evidência que a tolerância não é aceitar tudo que se encontra pelo mundo, mas sim o ato de respeitar. Se o ser humano vir que todos são cheios de defeitos, erros e tolices, e reconhecer que o erro é natural a todos e que todos são iguais, será mais fácil existir o perdão mutuamente. “O homem insiste em promover a discórdia, que é de fato cruel e flagela a humanidade. Mas pode-se ver que, se o ser humano se tornar mais tolerante nas relações sociais, culturais, intelectuais e outras, viverás melhor e em harmonia". "A crença ainda é a fonte perene e inexgotável que mitiga a sede humana, e a constante inspiração dos que buscam o ideal da sublime visão"- Referências: Artigos na Internet – Tolerância ou Intolerância: Uma Reflexão a Partir de Voltaire. Autor: Júlio César Ferreira Blogs. O Limite e a Tolerância – de R.Lacaz-Ruiz Blog: Tolerância e Intolerância – de P.MOURA. Livro da Rev. Trimestral do Inst.Geo.eHist. da Ba. nº13 ano 1837 pág.324 - Pesq. Álvaro B. Marques. 01.01.2012 - SSA

ABSTRATO NA ARTE

Foi feito o desenho em formato de coração com asas nos lados e uma áurea circular logo acima do coração. Isto representa o amor no coração que voa na áurea da felicidade. O artista cria na imaginação o que passa no seu sentimento e materializa na arte a forma de vê única. Todo o artista tem a resposta da sua criação e jamais deixa de fazer o que realmente sente. Na sua visão ele reproduz o possível e passa a transforma o irreal no real. A criatividade humana leva ao próprio homem ao êxtase. A multiplicidade do artista é envolvente diante da vida e o abstrato para ele não é abstrato é forma, cores, harmonia, beleza, equilíbrio, revolta palavras.

 Álvaro B. Marques SSA,5/1/2012