-->
Criamos os nossos erros e acertos em momentos de egoísmo e esquecemos a verdade em momentos de fraqueza. Ah! Que ironia é a chaga aberta no ser humano. Quando a dor chega é o desespero, esquece que o processo de cicatrização é lento e doloroso na consciência.
TEXTO INCOMPLETO: Não escrevi tudo que eu sinto, faltam mais palavras, mais essência. Não sei como terminar... caí no vazio... Devo volta com mais objetivos.
Álvaro – quarta-feira dia do trabalhador.
APÓS VÁRIOS DIAS
Volto ao texto, com o pensamento em anjo e demônio confusas palavras para serem escritas e concluídas no meu pensar racional. Passar um sentimento é mais difícil do que destruí-lo. Geralmente quem transmite sabe a dor de quem perdeu e fica na lembrança os pedaços que viveu. Como exemplos: Entre choro e gargalha passa á vida como a flor, duram às pétalas tão pouco e os espinhos a vida toda. Aquele que não sentiu o bem não sabe o que é amor, nem a sua própria vida. Caminha no labirinto em passos incertos, procurando à saída ou alguém. A busca é incessante e o objetivo nem sempre esclarecido.
A mente é uma força criativa e destruidora. Entretanto têm seus limites como o tempo tem da vida. É complexo e não é definitivo o pensar do ser humano, é moderado quando necessário, é explosivo quando quer, é confuso e inalienável. Exprime sentimentos em quase tudo que faz. Aceita tudo até o inaceitável. Faz em momentos antes não pensava fazer. Vive somente para manter a vida em satisfações próprias quando pode realizar-se e quando não pode lamenta o que deveria ser.
Procuramos o ser perfeito e não encontramos. Mesmo àqueles que fizeram grandes benefícios e sacrificaram-se para o bem da humanidade não foram perfeitos. Devemos sempre melhorar e aperfeiçoar cada vez mais os nossos sentimentos porque é dentro de nós que se acha a verdadeira perfeição.
A desconfiança gera o medo e a fragilidade toma conta da muralha imperfeita. Somente passa a acreditar no fortalecer quando o amor toca-se com palavras e gestos sinceros. Um novo caminho se abre para o novo ser.
Álvaro B. Marques
SSA,13.06.2009
Nenhum comentário:
Postar um comentário